Durante o período da infância até a adolescência é comum haver queixas de dores. E nessa hora os pais devem ficar alerta. Muitos pensam ser manha dos filhos, mas na verdade pode ser a dor do crescimento.A dor do crescimento é considerada uma doença benigna que atinge crianças e jovens de
Conforme a pediatra, a incidência dos desconfortos em meninos e meninas é a mesma, girando em torno de 13%. Porém, não há pesquisas que mostrem o porquê de algumas crianças sentirem as dores do crescimento e outras não, assim como também ainda não há um consenso sobre as causas delas. Contudo, Márcia salienta que a possibilidade mais aceita pelos especialistas é de que a dor é a consequência de um desequilíbrio entre o desenvolvimento dos ossos, tendões e músculos.
Muitos pais ficam com medo de deixar os filhos que possuem as dores praticar exercícios. Mas a pediatra explica que como a dor do crescimento ocorre em um período do dia e não causa inchaço, vermelhidão e limitação de movimentos, não há contra-indicação em fazer atividade física, porém ela deve ser orientada e sem sobrecarga. A médica ressalta que o exercício físico exagerado pode estar relacionado com uma maior incidência deste tipo de dor, o que reforça a teoria de que sua origem possa ser muscular.
Márcia coloca que para amenizar a dor do crescimento é recomendado o uso de bolsas de água quente, massagens e analgésicos no momento do incômodo. Mas ela coloca que, é importante procurar auxílio médico sempre que houver algum caso da doença. Como o tratamento é puramente sintomático, é o profissional que tem capacidade de realizar um exame clínico adequado para descartar a possibilidade de se tratar de outras enfermidades, tais como as doenças da cartilagem, lombociatalgias, doenças neurológicas e emocionais. “É importante a valorização da dor que a criança refere e do diagnóstico diferencial com outras patologias, para que se estabeleça o tratamento adequado” finaliza a pediatra. Mais informações: 3028.9280
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